Como é o primeiro contato?
Você escreve pelo formulário deste site ou pelo WhatsApp. Não precisa explicar o caso nem se justificar: nome, um contato e a informação de que gostaria de agendar bastam. A resposta é da própria Maria Socorro de Menezes, e é nela que se combina dia, horário e formato.
- Contato. Você escreve pelo formulário ou pelo WhatsApp. Sem formulário longo e sem triagem por terceiros.
- Combinação. Definem-se horário, formato (online ou presencial) e as condições do atendimento, incluindo valores, que são informados aqui e não divulgados em site.
- Primeira conversa. Você fala do que está acontecendo. A psicóloga escuta, pergunta e devolve o que percebe.
- Acompanhamento. Sessões semanais em horário fixo, com revisões periódicas do que está sendo trabalhado.
Preciso saber explicar meu problema antes?
Não. Chegar sem saber nomear é o mais comum de todos os começos. "Não sei bem o que eu tenho, só sei que não está bom" é uma frase suficiente para começar.
A tarefa de nomear o que acontece costuma ser parte do trabalho, e não um pré-requisito dele.
Com que frequência acontecem as sessões?
O padrão é semanal, em horário fixo. A regularidade importa: encontro semanal cria continuidade, e é a continuidade que permite ver padrões que uma conversa isolada não mostra.
A frequência pode ser revista em momentos específicos, sempre em conversa entre você e a psicóloga Maria Socorro de Menezes.
Como sei que está funcionando?
Não pela ausência de dias ruins. Os sinais que costumam aparecer são outros: você reconhece o próprio padrão antes de ele se completar, consegue nomear o que sente, recupera margem de escolha onde antes só havia reação.
Isso é revisto em conversa, periodicamente. Nenhum profissional pode prometer prazo ou resultado, e o que se combina é olhar juntos para o percurso.
Como termina um processo de terapia?
Conversando. O encerramento é trabalhado com algumas sessões de antecedência, porque o modo como um processo termina costuma dizer bastante sobre como a pessoa lida com despedidas em geral.
Você pode interromper quando quiser: a decisão é sempre sua. O convite é apenas para que a interrupção seja falada, e não simplesmente executada.
Revisado por Maria Socorro de Menezes, psicóloga. Ver formação e atuação.